Maxime Vachier-Lagrave – O gênio francês

Das partidas que analisadas sobre o jogador Maxime Vachier-Lagrave em nosso canal, podemos notar sua competência para o jogo desde cedo. Possuindo mais de 2700 de rating atualmente e tenho sido um jogador de mais de 2800, é um exímio jogador de xadrez. Seu estilo tático e estratégico mostra o quão esse jogador faz do xadrez um jogo bonito e muitas vezes romântico. Vencendo seu oponente, em muitas vezes, no meio jogo e, quando levado ao final, consegue fazer uma boa partida também.

Maxime Vachier-Lagrave e seu estilo tático.

Na análise abaixo podemos ver a sua competência em calcular táticas quando o oponente já erra na abertura:

Veja que se peão captura torre de e6 isso culmina num tático inevitável para brancas vencer o jogo. Tudo isso graças a erros sucessivos na abertura por parte do oponente.
Em outro vídeo podemos analisar sua competência em arrematar o jogo quando se joga com qualidade a menos como foi o caso desse vídeo abaixo onde o Lagrave sacrifica a dama em busca da vantagem posicional e para finalmente dar o xeque-mate.

E para finalizar nosso artigo sobre o Maxime Vachier-Lagrave dos jogos já analisados por nós do canal PontoABC – Xadrez, café e matemática. Temos um outro vídeo muito interessante de uma análise de jogo do grande gênio francês criando uma posição onde ocorre uma tática favorável a ele:

Engine Lichess Stockfish nível 8

O que dizer sobre esse nível da Engine da Stockfish que está disponível no site do Lichess? Simplesmente, para um mero mortal como eu, não consegui a tão esperada vitória, nem mesmo o empate. O que me restou foi um final ganhador para a engine após um erro grosseiro feito por mim.

O jogo ganhou um desenrolar muito bom no começo e meio jogo. Utilizei a mesma ideia de ir de brancas como fiz com a engine no nível 7 da Stockfish no Lichess. Fiz também a mesma abertura, uma inglesa, para poder tentar alguma coisa no meio jogo e talvez, quem saberia, vencer ou mesmo empatar com a engine.

O jogo pode ser visto e revisto no vídeo abaixo:

Como podemos ver, o jogo, no começo, pareceu equilibrado, mas no final, pela minha falta de conhecimento e um pouco mais de esforço mental, culminou na vitória da engine.

“As engines dominarão o mundo do xadrez.” (Autor desconhecido).

Como vencer a engine no nível 7 no lichess

Embora eu não tenha vencido de fato da engine no nível 7, eu aprendi muita coisa a respeito dessas engines que aprendem com os humanos.
Cada detalhe feito, cada movimento, cada pontuação adquirida, pouco a pouco, foi possível adquirir um resultado que não fosse a derrota contra a Stockfish no nível 7 (2200 de rating).

Tudo bem que pode parecer pouco pelo fato de eu não ter vencido, mas, convenhamos, vencer uma engine de xadrez de 2200 de rating não é para qualquer um.

Claro que jogadores como Mikhail Tal e mesmo o exímio Rashid Nezhmetdinov poderiam ter vencido a engine com facilidade eu diria, mas jogadores normais como eu, um empate, é quase uma vitória.

O segredo então para vencer a engine nível 7 do lichess (Stockfish) é criar um jogo “fechado” e com ataques ao flanco do rei do oponente. De preferência é bom ir de brancas pois com a abertura inglesa é possível criar um jogo mais estratégico onde a engine não consegue “entender” como funciona muito bem a posição do jogo.

É o que vemos nessa minha análise do meu canal do YouTube:

Veja que o jogo todo concentrou-se no ataque ao flanco do rei preto. Essa ideia parece funcionar com quase todas as engines de xadrez que já joguei, mas, a vitória não é tão certa.

A engine é boa em tática, mas não é tão boa em estratégia quanto o humano. Fica a dica!

O futuro do xadrez com o advento das engines

Atualmente no canal do blog no youtube está havendo uma série de vídeos de humano vs máquina. No caso, as engines de xadrez de diversos níveis estão disponíveis no site do Lichess para jogar contra elas.

Mas então, como será o futuro do xadrez com o advento dessas tecnologias como a engine Stockfish, o Leela e o Alpha Zero?

A resposta é bastante contundente e simples: O xadrez nunca será resolvido por nenhuma engine, por enquanto. Mas no futuro, talvez, o primeiro lance pode definir se o oponente vai perder, empatar ou mesmo ganhar com a inteligência artificial já desenvolvida para o jogo de xadrez.

Não é de hoje que os computadores vem tentando vencer o ser humano no jogo. Desde os anos 90, com o Deep Blue por exemplo, o homem tem se deparado com desafiadores problemas de criar um algoritmo computacional capaz de vencer o ser humano no xadrez (Garry Kasparov que o diga).

Há pelo menos 40 anos ou menos, 30, o ser humano vem desenvolvendo e aprimorando programas de computadores que jogam xadrez para definitivamente vencer o oponente humano ou mesmo confrontar com outros programas de computadores de xadrez desenvolvido por outras empresas.

Mas uma coisa é certa: Ninguém até então criou um cérebro humano capaz de ter a malícia e a capacidade estratégica de um ser humano.

Talvez daqui 10 ou 20 anos os computadores sejam invencíveis no xadrez e o ser humano só terá que se lamentar por não poder mais ser superior a “todos” no jogo.

A relação entre o xadrez e a matemática

Muitos ainda não sabem como jogar xadrez, não sabem nem mesmo mover as peças, nem como o peão anda.

Mas existe uma relação entre a matemática e o xadrez. Se no xadrez usamos a criatividade e o cálculo de combinações táticas para mexer no jogo. Na matemática usamos nosso conhecimento da matéria e mais nosso raciocícnio para solucionar problemas matemáticos, não é?

Quando você começa seus estudos na matemática, seu cérebro começa a perceber determinadas coisas que antes não percebia no cotidiano. Como por exemplo, um ângulo, um vértice, uma aresta, enfim, o teorema de Pitágoras estará presente em quase tudo que você observar (sem dizer o cálculo diferencial e integral).

Então, qual seria a relação entre a matemática e o xadrez? A resposta é simples: A matemática estimula o saber sobre essa ciÊncia incrível, enquanto que o xadrez desenvolve o raciocínio e a criatividade.

A criatividade para resolver problemas matemáticos

Para resolver um problema matemático é preciso utilizar em muitos casos a sua criatividade, porém não devemos descartar o raciocínio.

Afinal, qual a diferença entre raciocínio e criatividade? A criatividade é você utilizar seu conhecimento e “ampliá-lo” para com a ajuda do seu raciocínio resolver um problema.

Se você usa os dois, a criatividade e o raciocínio, para resolver um problema de matemática, ótimo, você está no caminho certo.

Então, para aqueles que não sabem jogar xadrez é bom começar agora para poder desenvolver sua criatividade e capacidade de cálculo. Mas, isso não é o bastante, é preciso também estudar muito matemática, resolver muitos exercicios para ficar bom nessa ciÊncia.

Fica a dica.

Na garagem de um condomínio há motos

Na garagem de um condomínio há motos e bicicletas elétricas, num total de 7 meios de transporte e 14 rodas. Qual é o número de motos e de bicicletas na garagem?​

Resposta

M para as motos e B para bicicletas.

M = 2

2(M + B) = 14

M + B = 7
2 + B = 7
B = 5

2 motos e 5 bicicletas.

Um determinado produto custava no começo

Um determinado produto custava no começo de março R$ 150,00. no mês de abril sofreu um aumento de 10% e no mês seguinte outro aumento de 5%. qual é o preço final do produto?

Resposta

10% de 150 = 15.

15 + 150 = 165 em abril

Agora no mês seguinte sofreu um aumento de 5% de R$165,00. Então:

0,05*165 = 8,25

8,25 + 165 = R$173,25.

O preço final do produto é de R$173,25.

Um pedreiro precisa instalar um gancho embutido

Um pedreiro precisa instalar um gancho embutido um uma parede, ele apoia sua escada de 2 metros nessa parede, para que consiga realizar seu trabalho. se o pé da escada está apoiado no chão a uma distância de 1,2 metros da parede, qual a medida aproximada do ângulo que a escada forma com o chão?​

Resposta

SOHCAHTOA

Tg x = 2/1,2

Tg x = 5/3

X = aproximadamente 59°

A professora Elisa aplicou uma prova para

A professora Elisa aplicou uma prova para cinco alunos. A nota de um deles foi 8.0, e a média das notas dos outros quatro alunos foi 7.0. Qual foi a média das notas desses cinco alunos?

Resposta

Vamos supor que a + b + c + d + e = x.

x é a média das notas dos cinco alunos.

Sabemos que a = 8, e que:

(b + c + d + e)/4 = 7

Não importa o valor de b + c + d + e, o que importa é que um número no numerador dividido por 4 seja igual a 7. Temos então que:

28/4 = 7

Sendo assim, podemos colocar a nota do aluno que tirou 8.

Como acrescentamos uma nota, ou seja, a nota do aluno que tirou 8 então devemos deixar nosso denominador como 5.

Então temos:

8/5 + 28/5 = x

Logo:

36/5 = x

x = 7,2

A média dos cinco alunos foi de 7,2.